
Nome científico
Artemisia absinthium
Família
Asteraceae
Nome popular
LOSNA, LOSNA-MAIOR
Origem
Europa e Ásia
Parte usada
Folhas e flores
Propriedades terapêuticas
Vermífuga, tónico e antitóxico
Princípios activos
Absintina, tuiona.
Indicações terapêuticas
Intoxicação pelo chumbo (pintores, tipógrafo, etc.)
Uso Interno
Maceração: Para eliminar vermes (oxiúrios e áscaris lumbricóides),5 g de folhas e flores para uma chávena de água, fica em repouso durante 8 horas. Tomar em jejum de manhã durante cinco dias seguidos.
Para o fígado e vesícula biliar põe-se 100 g de flores secas num litro de azeite e fica este preparado a repousar durante 1 mês. Toma-se 1 colher de sobremesa deste azeite em jejum e antes do almoço.
Infusão: 10 a 20 g de planta para 1 litro de água a ferver. Deixa-se em repouso 10 minutos e toma-se 1 ou 2 chávenas por dia, se se tiver problemas de má digestão; para mulheres com menstruações dolorosas, tomam-se 2 chávenas por dia na semana anterior à data em que se esperam as regras
Uso Externo
Decocção: 20 g de folhas para 1 litro de água fria, adicione um pouco de sal e leve ao lume para ferver 5 minutos. Retire do lume e deixe em infusão mais 5 minutos. Filtre e adicione mel ou açúcar mascavado. Serve para gargarejos no tratamento de amigdalites. Serve também para lavar feridas e úlceras. Usado como loção no campo serve para afugentar os mosquitos.
Efeitos secundários
Em doses elevadas pode tornar-se neurotóxica e convulsiva. Não se deve fazer uso prolongado desta planta. Não deve ser usado por mulheres grávidas e as que amamentam.
Observações
O Absinto seco colocado em saquinhos de pano evita a traça que geralmente destrói a roupa em guarda-vestidos.
Pode-se borrifar animais domésticos e plantas, que actua como insecticida.
Bibliografia: Chaves, António J. Leal - “Viva Melhor com as Plantas Medicinais” – Edições Une - 2008
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